Arquivo mensal: março 2016

bitREVIEW – Dying Light

bitREVIEW Dying Light

História: No Jogo desenvolvido pela  Techland, encarnamos na pele de Kyle Crane, um agente da GRE que é enviado para a zona de quarentena na cidade de Harran. Sua missão era entrar em contato com Kadir Suleiman e recuperar um arquivo que supostamente conteria informações cruciais para ajudar o mundo na luta contra a infecção. Assim que Crane chega na cidade ele é emboscado por um grupo intitulado Rais’ Men, liderado por Tahir. No meio disso, infectados são atraídos para o local e Crane acaba sendo mordido. O agente é salvo por outra facção, chamada apenas de Runners, e se alia a eles. Kyle deve então, procurar por uma cura e ainda completar sua missão antes que seja tarde demais.

DyingLight1

Jogabilidade:  Ela é familiar aos que jogaram Dead Island, afinal o game foi feito pelo mesmo time de desenvolvimento de Dying Light. O jogo possui mecânicas de parkour, criação de armas equipamentos, e algumas pegadas de RPG, e tudo funciona muito bem para a proposta do game. O combate é quase sempre físico, mas armas de fogo também estão presentes no seu arsenal, e existem novas habilidades a serem desbloqueadas assim como várias missões paralelas a serem feitas. Existem ciclos de dia e noite no mundo do jogo que fazem muita diferença para o jogador. Durante os dias os infectados têm comportamento mais lento e são muito menos agressivos, mas assim que o sol se põe novos infectados, bastante poderosos, saem para caçar quem estiver dando sopa no escuro. Esses ciclos não aumentam somente a dificuldade do jogo como também a experiência adquirida, durante a noite as recompensas são maiores assim como os perigos, deixando a cargo do jogador a escolha de suas prioridades. Temos ainda as opções coop, durante quase todo o jogo e é muito bem vindo(mesmo que os personagens acabem sendo todos versões repetidas de Crane), ou multiplayer competitivo onde alguns jogadores podem ser infectados especiais que caçam outras pessoas jogando durante o período noturno.

Trilha Sonora:  Bem feita. Músicas funcionais, mas nada inesquecíveis,para os momentos de tensão do game. A melhor parte é sem dúvidas no que diz respeito aos sons dos infectados, que te deixam com o coração na mão em horas mais agitadas.

Dying Light2

Gráficos: Apresenta gráficos bem bonitos, mas em alguns aspectos deixa a desejar. O brilho aqui fica para o design dos monstros e toda a parte visceral apresentada. Se não gosta de sangue, prepare-se pois ele se faz bastante presente aqui.

Prós:

  • Inimigos interessantes;
  • Mecânicas de jogo bem aplicadas, tanto no parkour quanto nos combates;
  • Coop muito divertido e fácil de se iniciar;

Contras: 

  • História rasa e desinteressante;
  • Personalização da aparência do personagem é baixa;
  • Repetição pode ficar cansativa depois de algum tempo.

Conclusão: A Techland pegou tudo que tinha aprendido com seu trabalho anterior em Dead Island e acertou em muito com Dying Light, concertando defeitos e introduzindo novos conceitos, conseguindo assim lançar um jogo muito divertido e ainda refrescante na temática já bastante saturada de zumbis.

Nota: 8,5

bitPLAY 10 – Super Mario 3D World

bitplay 10 supermario3dworld banner

Olá Marinetes e Marinetos! Acabou de sair o bitPLAY do Super Mario 3D World.

Como disse no vídeo, preciso do feedback de vocês para saber se o vídeo está bacana. 4 fases por vídeo está ok? Gostaram desse novo formato?

OBS: Desculpe o início do vídeo que eu esqueci de dar o play no jogo‪#‎facepalm‬ XD

 

Então, gostou? Qual outro jogo quer ver em um bitPLAY? Mandem suas sugestões para nós!

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bitREVIEW – Broken Age

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Broken Age foi um jogo lançado pela DoubleFine Studios em 2014 após uma campanha de sucesso no Kickstarter. O game foi veio em um duas partes com, mais ou menos, um ano de espera entre elas. Foi bem recebido por jogadores e crítica, apesar de ter sofrido nesse quesito devido a várias dificuldades durante seu desenvolvimento.

História: Começamos a aventura com uma escolha simples, menina ou menino. Podemos escolher Vella, uma garota corajosa e obstinada que não consegue aceitar o ritual cultural da vila onde vive, compreensível visto que o dito ‘ritual’ se resume a deixar que um monstro gigante devore as garotas escolhidas pela cidade, ou então Shay um rapaz entediado e sedento por aventuras, que passa seus dias trancafiado em uma nave, onde é mimado por inteligencias artificiais, sendo encarregado de completar missões falsas dia após dia. Isso, é claro não fica por ai e durante o jogo coisas serão reveladas que explicarão ou desmentirão tudo que sabíamos.

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Jogabilidade: Segue o bom e velho point’n click, e funciona muito bem para a ventura proposta pelo game. Durante o jogo podemos trocar entre os personagens enquanto avançamos. Como quase todo jogo adventure, Broken Age se atém apenas a contar sua história e quebrar sua cabeça na procura das soluções de seus puzzles, usando o que você aprendeu com outros personagens ou com itens para soluções especificas. Não existem combates aqui e isso não é de maneira nenhuma ruim para a experiência.

Trilha Sonora: Muito bem feita e trabalhada. Durante o jogo existem sons do ambiente e músicas que estão lá apenas com a finalidade de complementar e relaxar sua jogatina. Nada memorável ou inesquecível, mas ainda assim cumpre bem seu papel.

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Gráficos: Isso é um dos grandes fortes do game. Nada de gráficos em 3D ou de ultima geração. O jogo é alimentado por cenários e personagens feitos a mão, com todo o apreço e cuidado que a desenvolvedora dispensa aos seus jogos. São muito bonitos e servem muito bem ao aspecto geral do jogo.

Prós:

  • História que te deixa curioso(a) para continuar;
  • Gráficos muito bonitos;
  • Bom humor e personagens mais que engraçados.

Contras: 

  • Pode-se ficar meio perdido em algumas sessões do game;
  • Tempo curto de jogo pode ser um problema para alguns.

Conclusão: Broken Age é, sem dúvidas, outro sucesso na conta da DoubleFine que já tem em seu currículo jogos como Day of the Tentacle, Grim Fandango, Costume Quest, The Cave e o incrível Psychonauts. O game está disponível para PC, PlayStation 4, Ouya,PS Vita, Android e iOS e vale muito a pena para todos que gostam desse estilo de jogo.

Nota: 9,5

 

CONHECENDO – Silence of the Sleep

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Mais um Conhecendo, mais um indie. Agora apresentando o jogo de horror psicológico Silence of the Sleep.

bitPLAY 09 – Helldivers – Fogo Amigo

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QUE COMECE O JOGO! Está no ar mais um bitPLAY aqui no bitSTART! Nesse episódio venha ver Lucas, Matheus e Ridan mostrando como não são pilares da Super Terra nesse ótimo multiplayer que aumenta a taxa de mortes a cada segundo.

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