bitREVIEW – Dying Light

bitREVIEW Dying Light

História: No Jogo desenvolvido pela  Techland, encarnamos na pele de Kyle Crane, um agente da GRE que é enviado para a zona de quarentena na cidade de Harran. Sua missão era entrar em contato com Kadir Suleiman e recuperar um arquivo que supostamente conteria informações cruciais para ajudar o mundo na luta contra a infecção. Assim que Crane chega na cidade ele é emboscado por um grupo intitulado Rais’ Men, liderado por Tahir. No meio disso, infectados são atraídos para o local e Crane acaba sendo mordido. O agente é salvo por outra facção, chamada apenas de Runners, e se alia a eles. Kyle deve então, procurar por uma cura e ainda completar sua missão antes que seja tarde demais.

DyingLight1

Jogabilidade:  Ela é familiar aos que jogaram Dead Island, afinal o game foi feito pelo mesmo time de desenvolvimento de Dying Light. O jogo possui mecânicas de parkour, criação de armas equipamentos, e algumas pegadas de RPG, e tudo funciona muito bem para a proposta do game. O combate é quase sempre físico, mas armas de fogo também estão presentes no seu arsenal, e existem novas habilidades a serem desbloqueadas assim como várias missões paralelas a serem feitas. Existem ciclos de dia e noite no mundo do jogo que fazem muita diferença para o jogador. Durante os dias os infectados têm comportamento mais lento e são muito menos agressivos, mas assim que o sol se põe novos infectados, bastante poderosos, saem para caçar quem estiver dando sopa no escuro. Esses ciclos não aumentam somente a dificuldade do jogo como também a experiência adquirida, durante a noite as recompensas são maiores assim como os perigos, deixando a cargo do jogador a escolha de suas prioridades. Temos ainda as opções coop, durante quase todo o jogo e é muito bem vindo(mesmo que os personagens acabem sendo todos versões repetidas de Crane), ou multiplayer competitivo onde alguns jogadores podem ser infectados especiais que caçam outras pessoas jogando durante o período noturno.

Trilha Sonora:  Bem feita. Músicas funcionais, mas nada inesquecíveis,para os momentos de tensão do game. A melhor parte é sem dúvidas no que diz respeito aos sons dos infectados, que te deixam com o coração na mão em horas mais agitadas.

Dying Light2

Gráficos: Apresenta gráficos bem bonitos, mas em alguns aspectos deixa a desejar. O brilho aqui fica para o design dos monstros e toda a parte visceral apresentada. Se não gosta de sangue, prepare-se pois ele se faz bastante presente aqui.

Prós:

  • Inimigos interessantes;
  • Mecânicas de jogo bem aplicadas, tanto no parkour quanto nos combates;
  • Coop muito divertido e fácil de se iniciar;

Contras: 

  • História rasa e desinteressante;
  • Personalização da aparência do personagem é baixa;
  • Repetição pode ficar cansativa depois de algum tempo.

Conclusão: A Techland pegou tudo que tinha aprendido com seu trabalho anterior em Dead Island e acertou em muito com Dying Light, concertando defeitos e introduzindo novos conceitos, conseguindo assim lançar um jogo muito divertido e ainda refrescante na temática já bastante saturada de zumbis.

Nota: 8,5

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Publicado em 26/03/2016, em bitREVIEW. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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